sábado, 31 de agosto de 2013

Três colagens para uma imagem

Médicos de Fortaleza vaiando e chamado cubanos de escravos, 26/08/2013 (via Pragmatismo Político)

“quanto mais sei
mais sinto
vergonha”

(França / História da Humanidade)

“(...)
Todas as guerras do mundo são iguais.
Todas as fomes são iguais.
Todos os amores, iguais iguais iguais.
Iguais todos os rompimentos.
A morte é igualíssima.
Todas as criações da natureza são iguais.
Todas as ações, cruéis, piedosas ou indiferentes, são iguais.
Contudo, o homem não é igual a nenhum outro homem, bicho ou coisa.

Ninguém é igual a ninguém.
Todo o ser humano é um estranho
ímpar.”

(Drummond / Igual-Desigual)


“(...)
Tá me ouvindo bem?
Hein seu branco safado?
Ninguém aqui é escravo de ninguém.”

(Marcelino Freire / Trabalhadores do Brasil)
   

14 comentários:

  1. Todas as guerras do mundo são iguais, menos a guerra do paraguai, nada foi igual a essa guerra, meu pai! A propósito, digam o que quiserem dessa história de contratação dos médicos cubanos, não aceito que o salário deles não seja pago a eles. Poderia haver uma retenção de uns dez por cento para o governo cubano, a título de pagamento de seus estudos, e só. Meu abraço.

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  2. limerique

    Somos todos iguais, dizem os doutos
    Crendo nesse dito, nos sentimos soltos
    Mas nessa vida de consumo
    É fácil fazer um resumo
    Uns tantos são mais iguais que outros

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  3. Boa tarde Fred.. se não houvesse as duas polaridades positivo e negativo... não haveria evolução.. pq tudo já estaria evoluido.. isso que é bom.. todos sermos diferentes e aprendemos uns com os outros.. lindo dia abração

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  4. sobre a foto que só pude ler depois.. é uma mediocridade.. seja a medicina e a industria farmaceutica.. é tudo uma mafia.. quase todos que são do meio da medicina aqui nesse nosso pais eviam pegar o diploma e enfiar ..... tratam as pessoas como se nada fossem e ainda ficam humilhando seres deste pais que é considerado um eximio na medicina.... a raça humana e sua ignorancia ainda persiste.. bem que a lei se faça para todos

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  5. Eles vem prá cá trabalham nos confins do Brasil, coisa que essas Patricinhas e Mauricinhos não querem. Não querem abrir mão dos banhos de praia, dos "happy hour", dos shoppings, das comodidades das grandes cidades, querem só ganhar mais, tudo bem. Mas por serem livres em suas vontades, deveriam respeitar as dos cubanos que vem prá cá, prá ganhar uma parcela do que tinham direito de verdade. Quem sabe eles não veem também pra respirar um pouco de liberdade, respirara outros ares, mudar um pouco, enfrentar desafios, conhecer novas culturas, praticar a caridade, porque não, parece utópico, difícil de acreditar, que isso existe, nesse mundo mercantilizado, isso também é lucro, é experiência, é aprendizado, é qualidade de vida, é crescer como ser humano.

    http://apoesiaestamorrendo.blogspot.com.br/

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  6. Bela postagem, Fred!
    Assunto polêmico, a liberdade de expressão está aí!
    Eu sou a favor da vinda deles, é um desafio para eles, outro país, outra cultura, esperava um pouco mais de apoio do povo brasileiro, apenas isso!
    Grande abraço e sucesso!

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  7. Vozes notáveis enfeitam teu texto, Fred.
    Abração!

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  8. Não é fácil distinguir a luz neste país, Fred.
    Abração,

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  9. Sábias e verdadeiras palavras!
    Obrigado pela partilha.

    beijos

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  10. Três belas vozes, e a sensibilidade.

    Perfeito...

    Beijo

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