sábado, 2 de março de 2013

RECÉM-DESEMPREGADO NO CARNAVAL


Achou que estava perdido
e perdeu-se em Olinda
em alta velocidade
de dez amores por hora.
Pilotou a nave da folia
com o tanque até o talo
de álcool e de gasolina.
   

30 comentários:

  1. Recém-desempregado no carnaval encontra-se no e-book Pentágono, disponível para download aqui mesmo no blog.

    ResponderExcluir
  2. Um instantâneo perfeito do carnaval de Olinda, (não só, é claro, Salvador também no rol), meu caro poeta.
    Abr.,

    ResponderExcluir
  3. Quem não se perde no carnaval, nunca vai saber o que é se encontrar.

    ResponderExcluir
  4. Muito bom, Caju!
    Cena peculiar do carnaval, bem sacado!
    Grande abraço, sucesso e grato pela visita!

    ResponderExcluir
  5. Limerique

    Pelas ruas de carnaval desenfreado
    Abastecido com etanol engarrafado
    Perdeu-se nas volutas
    De mulatas enxutas
    E queimou a vela pelos dois lados.

    ResponderExcluir
  6. Belo texto, Fred, como sempre.
    Sobre o meu texto, sei que está gramaticamente errado, deixei pra concordar com o resto. Mas, obrigada pelos toques :)

    ResponderExcluir
  7. É pra fugir da tristeza, mesmo, até chegar quarta-feira...

    ResponderExcluir
  8. pra tudo se acabar na quarta-feira!

    bjão, poeta porreta

    ResponderExcluir
  9. Olá Fred,tudo bem?

    Descobri teu blog e achei massa.
    Tenho um blog http://mil-e-uma-palavras.blogspot.com.br/e gostaria de saber se podes
    dar uma visitada lá.
    Estou a seguir.Beijão!

    ResponderExcluir
  10. poesia-crônica do carnaval: bom se saísse assim no jornal! :-)

    beijos, Fred

    ResponderExcluir
  11. Gostei deste, mas mais ainda da crítica feita no outro post...bem lúcida dessa realidade que nos preenche.

    Abraço do Pedra


    www.pedradosertao.blogspot.com

    ResponderExcluir
  12. E percebeu, na quarta-feira, que continuava desempregado e com uma tremenda dor de cabeça.

    ResponderExcluir
  13. E percebeu, na quarta-feira, que continuava desempregado e com uma tremenda dor de cabeça. Abraços!

    ResponderExcluir
  14. No Carnaval isso é normal! Meu abraço.

    ResponderExcluir
  15. este perder-se é um alvoroço de encontrar-se


    abraço

    ResponderExcluir
  16. Mas gosto tanto de como vejo
    pernambuco nos teus versos
    sem precisar olhar fora da janela.

    Flores.

    ResponderExcluir
  17. ah, o carnaval... que gracinha!

    ResponderExcluir
  18. que coisa boa, gosto de vir por aqui.

    ResponderExcluir
  19. É o carnaval, "curando" tudo... até quarta-feira...

    aquele abraço!

    ResponderExcluir
  20. Visitei Olinda num mês de setembro e adorei. O guia contou que o carnaval era uma loucura. Este teu poema só reforça essa ideia.
    Beijinho

    ResponderExcluir

  21. Ensaiei meu samba o ano inteiro, comprei surdo e tamborim....

    ResponderExcluir
  22. poeta, isso que é perder-se para se achar,
    carnavalescamente.
    belo poema,
    meuabraço,
    less

    ResponderExcluir
  23. Agora, só no próximo carnaval terá uma nova oportunidade. Trabalhar dá muito trabalho.


    Abraços


    SOL

    ResponderExcluir

Salve, salve, camarada!
O Sábados de Caju
escuta o que pensa cada,
podem contar quaisquer fatos;
se a prosa for prolongada:
tem a sessão de Contatos!