sábado, 29 de setembro de 2012

ATENDO A PORTA, ERA A RESSACA

Atendo a porta, era a ressaca
me dando um tapa no pé do ouvido.
Eu, acompanhado de uma vaca
com cara de feliz e fedendo a mijo.
Trocando pernas e cantando Rossi,
com a alegria injetada na veia.
Percebo, em meio a minha tosse,
que o jardim me olha de cara feia.
Talvez esteja dando pouca atenção
para o meu tão florido jardim.
Quando estiver um pouco mais são,
vou amá-lo como se fosse o fim.
        

25 comentários:

  1. Atendo a porta, era a ressaca encontra-se no e-book Jardim da Ausência, disponível para download no blog.

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  2. já estive com ela, a ressaca e deixou-me vestígios e uma saudade de jardins,



    abração

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Pela expressão que vemos no rosto de quem recebe a ressaca, podemos perceber a clareza de seus versos. Bjs.

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  5. haha belos versos
    Ah! a ressaca!!

    p.s.: voltei a postar no http://mudancapontocom.blogspot.com.br/

    Beijos

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  6. Essa também já bateu na minha porta, mas eu nem abri...

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  7. Ressaca, um dia ou outro ela sempre bate. Amar um jardim como se fosse o fim, talvez seja um começo...
    bjo

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  8. Limerique

    Uma fórmula para evitar o engodo
    Daquela ressaca que te joga no lodo
    Tenha meta na vida
    Não largue a bebida
    Mantenha-se bêbado o dia todo.

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  9. Belo demais!!!!!!!

    P.S.: Põe um trago pra mim também!

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  10. O dia seguinte é mesmo assim.Parabéns.

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  11. não é o jardim que está feio, mas a hematoma que a ressaca provoca deixa nos olhos da alma, quando nos dá aquele safanão no pé do ouvido... e no dia seguinte, lá vem história!!!
    Abraços, Fred! Bom domingo.
    Daniel

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  12. Ame agora, não espere, poderá ser tarde demais. Meu abraço.

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  13. Nada como uma bela ressaca para podermos valorizar a sobriedade das belezas que nos cercam.

    Bjos!

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  14. tão cheio das realidades aleatórias aqui viu, um pouco das ironias da vida, e muito da sinceridade do escritor, parabéns

    abraços

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  15. nada como o dia a seguir a uma ressaca, parece que tudo é diferente

    beijo

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  16. Caos total!
    Mais uma bela pérola, Caju!
    Grande abraço e sucesso!

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  17. Limerique

    Bebida, de dois gumes essa faca
    Mas bebe-se, pois a carne é fraca
    Contudo nunca esqueço
    Porque tudo tem preço
    E o da bebida é a velha ressaca.

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  18. Em busca da saúde extraviada para renovar o fim.
    Adorei o final do poema.
    Muito.
    Uma ideia genial!
    beijoss

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  19. Ah, as coisas que deixamos para depois...

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  20. Fiquei embriaga com tua poesia!
    Quer saber? Gostei demais!
    Bj e um final de semana (e todos os dias) poético.

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  21. Talvez seja tarde demais! É na embriaguez que o jardim se desfaz. Gr. Bjoo!

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Salve, salve, camarada!
O Sábados de Caju
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