sábado, 18 de agosto de 2012

AINDA, OU SEMPRE, POETA


Acorrentado ao seu ofício,
tenta facilitar o difícil;
alimentando o seu vício:
novo poema, novo suplício.
     

34 comentários:

  1. Ainda, ou sempre, poeta encontra-se no e-book Consumo Imediato, disponível para download no blog.

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  2. Sentei aqui diante do computador com aquela coisa que a gente sente quando precisa escrever, que não sei definir se boa ou ruim. Deve ser parecido com cócegas, a gente ri e dói. Te juro, a palavra suplício estava na ponta da língua rs!

    Mil beijos, Fred

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  3. Ser viciado em escrever versos é uma virtude!

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  4. Limerique

    A vida não teria a menor graça
    Sem nada fazer sentado na praça
    Dobremos o universo
    Colocando-o em versos
    Assumamos: é a nossa cachaça.

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  5. ofício, vício, suplício: eis a tríade,



    abraço

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  6. se eu parar de produzir essa droga morro!

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  7. É como uma expurga emocional...
    Beijo

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  8. novos suplícios acalentam novos poemas, novos poemas, novos suplícios, e o ciclo continua...

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  9. Poeta é isso: até na des-inspiração encontra versos que lhe cabem...

    Bom fim de semana.
    Beijo carinhoso.

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  10. "novo suplício" de voar e voar e voar...

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  11. Lembrei do Rubem Alves: "Muito antes da psicanálise, os poetas o sabiam. Os poetas buscam as palavras que moram no silêncio. A poesia é um mergulho no lago misterioso, um atravessar do espelho, para longe do engano da superfície dos reflexos, para dentro das funduras onde as palavras nascem e vivem... "

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  12. obrigada pela visita! aqui também é massinha. (:

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  13. tantas definições que aproximam do ato e correm atrás do sentido...

    adorei!!!

    Fred, aqui estou retribuindo sua visita e me envolvendo com seu espaço, estou seguindo...
    Um abraço carinhoso

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  14. esses poemas pequenos cheios de propriedade...

    poesia é parir tembém.

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  15. Com a licença do amigo Assis, repito o comentário que ele fez:
    "ofício, vício e suplício, eis a tríade", do sempre poeta.
    Beijos!

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  16. escrever dói demais
    sangra, arranha
    cada palavra uma contração
    por que escrevo, então?
    para expurgar,limpar as impurezas
    purificar

    uma folha de papel em branco
    um dedo que circula no ar
    não pense que sou doida
    mas tenho que gravar
    senão neste, em qualquer lugar
    a mente pode me trair
    desse momento não mais lembrar

    tenho que escrever
    tenho que reter
    tenho que purgar

    Beijos.

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  17. e como dói... mas é bommmmm!
    Bj grande, grande poeta

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  18. Olá, sábio amigo Fred!
    O sacrifício do poeta é recompensado com a beleza de sua arte.
    Poema belo, e, apesar de pequeno, contém grande sabedoria.

    Parabéns pelo alumbramento!
    Abraços!

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  19. Se o suplício acaba em poesia então valeu o sacrifício.

    Bjos!

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  20. bem assim mesmo, caro poeta!

    [tenho andado relapsa com as - boas - leituras... mas sempre q puder, venho aqui!]

    um beijo

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  21. Doce vício este nosso, né caro amigo?

    Bjos no coração e admiração, sempre!

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  22. "novo poema, novo suplício"...

    Bem isso. Os meus nascem sempre da dor, nem que seja da cãibra do sorriso de felicidade..

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  23. Belo, belo Fred !!
    Abraço, abraço. :)

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  24. Achei que vc era aqui de Minas! rs

    bjo e boa semana!

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  25. Oi Caju!
    Parafraseando Drummond: "Lutar com palavras é luta vão, no entanto luto mal rompe a manhã..."
    É...luta difícil.... mas quem disse que a beleza era fácil???


    Beijos!
    Ps. Apareça no blog...

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  26. eu não sou poeta, mas concordo. aliás, o suplício é inevitável, né não?
    gostei muito.
    um beijo

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  27. e que seja só o início...
    para o nosso benefício!

    ;)

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