sábado, 10 de dezembro de 2011

PELA MESMA JANELA DO EDIFÍCIO


O vento corre pela sala,
o aroma da dor se exala
e um certo jovem se cala
enquanto seu poema fala.
     

28 comentários:

  1. Pela mesma janela do edifício encontra-se no e-book Consumo Imediato, disponível para download aqui mesmo no blog.

    Fica sugerida a leitura do poema Pela janela do edifício, motor dos presentes versos.

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  2. Pela janela do edifício consigo ver um poderoso poeta: Fred Caju. Abraços sabáticos, JAIR.

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  3. Palavras sempre são maneiras interessantes de expressar...


    Bjkas

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  4. E a nós, nos embala...Somos parte dessa dança tbém...

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  5. E o poema desse jovem é irresistível!

    :)
    beijos

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  6. E quase sempre é assim...na dor os poemas falam...
    Bjo, Fred!

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  7. Feliz sábado poeta, levo para mim um solo poema alçando voo enquanto seu poema recita.

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  8. e que a palavra que cala seja a poema que exala.

    bonito, Fred!

    abraço.

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  9. É isso aí, Caju! O poema sempre fala tudo o que a boca cala. Abraços. Vôgaluz

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  10. "Enquanto o poema fala..."
    Então tu és a poesia.
    Falas tudo.

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  11. As mãos quase sempre falam melhor que a boca
    Bjão, poeta cajueiro que não abro mão de ler

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  12. O poema que ultrapassa o poeta.

    Lindo!

    Beijos!

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  13. O poema sempre fala
    e tudo se cala
    abraços

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  14. Senti sua falta pelas ruas virtuais.
    Onde estais?
    É de extremo encantamento sua morada.


    Acalento-me por aqui esta noite.
    Um abração.

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  15. Mas os poemas sempre falam!

    Lindo!!

    Postagem Nova:http://loouysee.blogspot.com/

    Bjos!

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  16. Fred Caju, o que será um poema? Na abundância do experimentar a lembrança certa de si, podemos dele descobrir castamente a nudez. Digo a ti que lembro o toque confortável de um cobertor da infância. Isso é nada. No entanto, digo-te em palavras a exata sensação do toque desse cobertor, de modo a te fazer sentir minha saudade e minha experiência do conforto da antiga maciez: terei daí feito um poema. Obrigada pela visita e pelas palavras gentis. Parabéns para ti também, rapaz!

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  17. Nunca se sabe aonde vai parar.

    Abraço, Fred.

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  18. É realmente isso.
    O poema por si só já fala.
    Fala a dor que em algum peito se cala!
    Até!

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  19. Passou um outro vento no meu blog, tão contundente. Fui segui-lo e caí aqui. Descobri o rabo do vento.

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  20. porque bons poemas não devem se calar.

    ainda bem que vc sabe muito bem disso =)

    beijo

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  21. dor no peito, dor de tripas?
    dor de outros que não escreveram
    mas apenas saltaram, ou caíram fora.

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