sábado, 3 de dezembro de 2011

CONTRADIÇÕES COERENTES

II

Acerte seu relógio,
na hora da saudade,
abrace...
Abrace meu poema
e finja que é seu.

Aperte seu vestido,
se estiver com vontade,
amasse...
Amasse meu poema
e finja que esqueceu.
   

48 comentários:

  1. Contradições coerentes encontra-se, na íntegra, no e-book homônimo, disponível para download no blog.

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  2. Como fingir? Gostei do poema!

    Abraço da Macabéa!

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  3. Parte boa do ler o poema é ewsse "fingir que é meu", que o poeta foi meu porta-voz!
    Beijos, Fred!

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  4. Uau! Delícia, delícia, delícia de se ler!!! Só faltou a melodia!

    ...Já estou fingindo... [risos]

    Beijos, ótimo fim de semana!

    Nel

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  5. ...na hora da saudade,
    ...finja que esqueceu.

    Mesmo que me doa a alma por isso, mas jamais terei a coragem precisa de esquecer-te...
    volto atras com as minhas palavras


    Lindo isso heim adorei

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  6. POETA DAS MULHERES: APERTANDO TECIDOS E PAPEIS: LÁBIA QUE ESTAMPA CORPOS KKKKKKKKK

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  7. Na hora da saudade,
    amasse seu relógio
    e finja que o perdeu!

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  8. Parece canção, acompanhada de um violão.

    Belo!

    Beijos!

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  9. Aí!

    tentando fazer de conta aqui...
    rs...

    essa vida ainda nos mata!
    kkkkkkkkkkkkkkkk

    beijos e boa semana!

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  10. Perdoe-me mas não da para fingir pelo menos hoje não, mas juro que tentarei!

    beijos
    :)

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  11. Está abraçado!

    Muito bom, mais uma vez e sempre!

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  12. Este comentário foi removido pelo autor.

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  13. Excelente! A coerência de um poema está em plantar contradições, entre outras coisas.

    Hábil manipulação de palavras, meu caro.

    Abração!

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  14. Primeira visita e, de cara, uma bela poesia. Parabéns.

    Um abraço

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  15. Abracei com força teu poema. Vale a pena abraçar mais vezes cada verso teu. Sempre que passo aqui fico feliz, pois sei que sempre vou encontrar "coisa boa" pra ler. Muito bom, Fred.

    Grande beijo!

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  16. oh quem dera o calor :')

    "na hora da saudade (...) finja que esqueceu." - nem eu diria melhor :)

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  17. Maravilha!

    Obrigado pela visita, passando por aqui já encontrei muita coisa boa =)

    um abraço

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  18. ah, lindo poema!
    Feliz demais com suas visitas em meu blog...
    admiro mto tua poesia!!

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  19. coisa boa,coisa rara
    tanta emoção
    abraço

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  20. cirande de entontecer, o verbo, o verso, o amasso



    abraço

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  21. Bem coerente, Fred!
    Abraço e parabéns pelo blog.

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  22. Fred, tudo bem?
    Poema muito bom, toca e traz alguma coisa ao leitor, ao mesmo tempo que ainda "finge" ser do leitor o que ele traz.
    Poeta generoso em versos, você!

    Obrigada pelo comentário no Humoremconto, também estou te seguindo!
    Parabéns, abração.

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  23. Doce Fred,


    Faço de suas linhas, uma tradução de minha saudade


    Bjkas

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  24. Caju, suas poesias são muito inteligentes e criativas, é sempre um prazer lhe visitar.
    Grande abraço e sucesso!

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  25. Bah! ótimo isso cara, esse jogo de palavras!
    que ego! hehehe

    adorei.

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  26. mas e se eu esquecer de esquecer, como fica?
    hehe

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  27. Amasse e pense em quanto seria bom se em vez de esquecer, amasse.

    =)

    Beijos, adorei!

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  28. Caju de Fred, poeta querido!
    Cheguei na hora da saudade, a minha cara, mas não deu pra esquecer. Voltei.
    Bj grande

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  29. Amassar o vestido, o poema ou a saudade?
    -

    Esse Recife é sempre uma caixinha de surpresas!
    Um abraço, grande Fred Caju!

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  30. Muito bonito! Nos amassam e dizem que esqueceram o tempo todo, quando na verdade queria mesmo era afagar... Fracos!

    http://biacentrismo.blogspot.com

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  31. Gosto de contradições coerentes. gosto de vc se contradizendo e dos supiros de quase-amor que escutei nessas palavras. gosto. beijinho.

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  32. Excelente, apesar da simplicidade.
    Parabéns pelo talento poético que as tuas palavras revelam.
    Um abraço.

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  33. Bah, mas que amassado danado de bom o seu, que eu amassei o meu pedaço e guardei na memória e de lá ele não sai.
    beijo

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  34. És um bom poeta, rapaz.
    Agora me perco por aqui.

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  35. Foi-me intenso e um tanto triste.
    Golpe certeiro!

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  36. Contradições: sempre assíduas em nossas vidas, não?!

    :D

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  37. Já disse um zilhão de vezes... adoro seu humor!!!

    Mui hábil ;)

    Beijos =)

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  38. não existe esquecimento quando o relógio bate meio dia dentro do peito. não existe esquecimento quando a poesia hiberna por todo inverno em nossos pensamentos...

    bjs, k.

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  39. Fred, meu cajuíano amigo, você é o cara! Que poema maneiro demais bicho!

    Muita paz!!!

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Salve, salve, camarada!
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